Ande,
Desista de ser grande.
Seja meramente.
Grão de feijão
No tutu
Da gente.
Seja homem comum.
Viva a cada um
Os dias que vierem.
Diga não
Ao ímpeto
Da sua planta dos pés
Em abandonar o chão.
Seja, enfim, o que você é.
Branco no preto,
Nu e cru,
Vazio ou cheio.
Que o último suspiro
Inteiro o leve.
23.6.06
Mude Grande
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Unknown
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2:11 AM
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22.6.06
Vidência
Vermes
Desmantelarão
As suas entranhas
A uma geléia pútrida e fétida
Será reduzido
O seu corpo
A morte
É o seu futuro
Inapelável
Considere isso
E, de agora, viva,
De fato, sob essa velha perspectiva
Postado por
Unknown
às
9:35 AM
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